segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Até que ponto o cliente sempre tem razão?

Ontem, Domingo, fui ao Supermercado Amigão de Birigui para compras de rotina e de repente me deparo com um cavalo parado dentro do estacionamento junto com vários carros.

Tudo bem, não é?
Cavalo...bonitinho, aparentemente tudo certo...
Quando eu estou saindo do Mercado e vou até o guarda-volumes, vem um senhor reclamando, questionando como o Supermercado deixou um cliente colocar um animal desse porte dentro do estacionamento.
O fato é que o cliente tinha ido embora, junto com seu cavalo, mas o cavalo deixou sua marca e o dono, claro não limpou.

O mercado até informa que é proibido entrar com animais dentro do mercado, mas não no estacionamento.
Cabe aos clientes o bom senso, mas nem todos tem aparentemente.
Agora você imagina a senhora que cuida da limpeza do Mercado?
Imagina os clientes que entram no estacionamento e no rumo da porta principal, se deparam com uma sujeira tremenda.

Um tanto quanto complicado.
A história se assemelha ao que foi discutido na minha aula de Gestão de Marcas e Imagem, quanto ao caso da Pernambucanas.
E então? o que fazer?
O que fazer quando você deve pensar em tudo...quando confiar no bom senso alheio é uma falha...quando parece um absurdo um cliente ser capaz de coisas desse nível...e um absurdo ainda maior você impor limites

As marcas, as empresas estão nas mãos de consumidores cada vez mais informados e cada vez mais "poderosos".




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